Fratura da clavícula: saiba tudo sobre a fratura mais comum do ombro


Qual a importância da clavícula no ombro?


A clavícula é um osso curvo que conecta o tórax ao membro superior. Ela dá forma à parte superior do ombro, acima da região peitoral, e é facilmente visível em muitas pessoas. A clavícula não tem cobertura muscular, como outros ossos, e é palpável logo abaixo da pele. O posicionamento correto da escápula durante a movimentação do ombro depende da integridade da clavícula.
















Por que a fratura da clavícula é tão comum?

A clavícula é um osso relativamente fino, com formato curvo, responsável pela sustentação do peso do braço. A largura e a altura dos ombros são mantidas pela clavícula. Quando uma pessoa sofre uma queda sobre o ombro, toda a energia do impacto é transferida para a clavícula, causando a fratura do osso. Algumas vezes, pode existir o impacto de um objeto sobre a clavícula, causando a fratura, mas isto é menos comum. O mecanismo mais comum é a queda sobre o ombro, ocorrido principalmente em quedas de bicicleta, acidentes de moto ou acidentes esportivos.














Como saber se a clavícula está fraturada?


A fratura da clavícula após uma queda geralmente é rapidamente percebida, pois costuma existir muita dor no local, inchaço e alteração da aparência do ombro. Intuitivamente a pessoa com fratura da clavícula utiliza a mão do lado não fraturado para apoiar o cotovelo do lado que sofreu a fratura na tentativa de diminuir a dor. É comum também existirem escoriações na pela na parte lateral do ombro, mostrando o local onde houve o impacto contra o solo.


Quando existe suspeita de fratura da clavícula, é importante que se procure um atendimento médico logo que possível. O diagnóstico é realizado apenas com radiografias na maioria dos casos. A realização de tomografia ou ressonância magnética são menos necessários no diagnóstico da fratura da clavícula, e são mais utilizados quando a suspeita de outras lesões do ombro.



Quais os tipos de fratura da clavícula?

A maioria das fraturas da clavícula ocorre na porção central do osso, que é a região com menor resistência óssea e a que sofre maior força de torção e alavancagem quando o peso do corpo é transferido para o ombro. Estas são as chamadas fraturas do tipo I e representam 80% dos casos.














As fraturas da parte lateral (tipo II), que fica mais próxima do ombro, também são relativamente comuns e têm maior risco de envolverem lesões dos ligamentos que ligam a clavícula à escápula, o que pode causar instabilidade. As menos comuns são as fraturas da parte mais próxima do tórax (chamada tecnicamente de porção medial da clavícula). Por ser uma região mais estável e com maior resistência óssea, raramente é fraturada.

















Como é realizado o tratamento da fratura da clavícula?


O tratamento da fratura da clavícula depende de alguns fatores:

  • Tipo da fratura (qual a região acometida)

  • Desvio (afastamento) entre os fragmentos da fratura

  • Presença de outras lesões (ligamentos, outras lesões ósseas)

  • Nível de atividade do paciente

Nas fraturas em que os fragmentos estão com bom alinhamento e que não existem outras lesões associadas (ligamentos ou outras fraturas), o tratamento é realizado com imobilização com tipóia, por um período que pode variar de 6 a 8 semanas, podendo ser maior em alguns casos.








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